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SERJUSMIG vai às ruas reforçar a imperativa luta pela VIDA das mulheres

08 de Março de 2019 19:44:25


Uma mulher é morta a cada duas horas no Brasil. Só este ano, mais de 200 mulheres foram vítimas de feminicídio no país, ou seja, mais de 200 mulheres foram vítimas de “violência doméstica e familiar e/ou menosprezo ou discriminação à condição de mulher". Além do feminicídio, crimes como violência psicológica, violência patrimonial, violência física e estupro são cometidos cotidiana e rotineiramente na mesma medida em que são acobertados pela sociedade, que, muitas vezes, prefere esconder o problema a trazê-lo à tona e enfrenta-lo de frente.

É por essa razão que o dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, precisa significar mais do que uma data em que homenagens são feitas e flores são entregues. No Brasil, as mulheres precisam muito mais do que agraciamentos. Elas querem e precisam de respeito, pois, a cada dia, mais e mais mulheres vêm sendo covardemente agredidas, violentadas e assassinadas, especialmente por seus parceiros.

Foi pensando em ampliar o debate sobre o assunto que a ALMG, por meio da campanha “Sempre Vivas: mulheres em luta contra a violência”, levou hoje ao Centro de Belo Horizonte uma extensa programação que envolveu exposição, debates, intervenções culturais e até uma audiência pública com o intuito de evidenciar os vários tipos de violência que as mulheres sofrem, lançando um holofote sobre os alarmantes números de feminicídio no Brasil e, mais especificamente, no estado de Minas Gerais.

Outro importante debate também marcou as discussões do dia: a luta contra a Reforma da Previdência, que, caso seja aprovada da forma como foi enviada ao congresso, irá prejudicar ainda mais as mulheres. Além de serem afetadas tanto pela elevação da idade mínima (que subirá de 60 para 62 anos, no caso das trabalhadoras urbanas, e de 55 para 60 anos, para as trabalhadoras rurais) quanto pelo aumento do tempo mínimo de contribuição, as mulheres serão as mais afetadas pelas mudanças nas regras do direito às pensões.

Conduzido pela deputada estadual Marília Campos, o evento reuniu na Praça 7 centenas de mulheres, de várias organizações sociais, bem como autoridades públicas e representantes de órgãos públicos de defesa da mulher, para, juntos, reforçarem esse movimento que precisa ser incessante.

Como não podia deixar de ser, uma vez que a luta pelos direitos das mulheres é uma bandeira sempre defendida pelo sindicato, o SERJUSMIG esteve presente ao evento para marcar a data exatamente como é preciso: com mobilização e luta para que todos os tipos de violência contra as mulheres sejam repudiados, denunciados e, assim, possam ser exemplarmente punidos. A luta pelos direitos das mulheres é urgente, inadiável e o SERJUSMIG estará sempre à frente da batalha pelo fim das desigualdades, da violência e da discriminação contra as mulheres!

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