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Zema promete 1ª parcela do salário do funcionalismo para esta sexta

20 de Maio de 2020 14:24:33


O salário de abril dos servidores mineiros começará a ser pago partir de 22 de maio. A escala foi anunciada pelo governador Romeu Zema (Novo) no início da tarde desta quarta-feira (20), em coletiva virtual. 

A primeira parcela é R$ 2 mil reais. O restante, de acordo com o chefe do executivo estadual, sai no dia 27. A exceção são os profissionais da saúde e da segurança pública, pagos integralmente no dia 15.

Na ocasião, Zema fixou datas para quitar o 13º de 2019 dos funcionários que ainda não haviam recebido, conforme anunciou mais cedo no Twitter.

"Estamos pagando o remanescente do 13º salário, ou 17% dos servidos que não haviam recebido o abono natalino. Não é motivo para comemorar pagar com seis meses de atraso, mas estamos honrando com o que é devido. E lembramos que só está atrasado para os servidores do executivo”, disse o governador. 

Ele também garantiu o pagamento do "abono fardamento" aos agentes da segurança pública.  "É de direito destes profissionais que fazem uso de vestimenta diferenciada", comentou. 

Segundo o governador, foi possível honrar os compromissos do governo em abril devido ao recebimento de "um antigo crédito que o extinto banco Bemge tinha a receber". Agora, em maio, os pagamentos serão feitos graças a uma decisão judicial, que garantiu aos cofres públicos um recurso extra via depósito da Vale referente a uma indenização da tragédia de Brumadinho.

"Dessa forma, estamos pagando o remanescente do 13º salário, ou 17% dos servidos que não haviam recebido o abono natalino. Não é motivo para comemorar pagar com seis meses de atraso, mas estamos honrando com o que é devido. E lembramos que só está atrasado para os servidores do executivo”, disse o governador, em pronunciamento, no qual ainda confirmou a quitação do "abono fardamento para as forças de segurança. "Também é direito dos profissionais que fazem uso de uma vestimenta diferenciada." 

Apesar das boas novas, Zema se mostra preocupado com o futuro. "Se não fosse esse R$ 1 bilhão que entrou nas nossas contas de forma extraordinária, não teríamos conseguido pagar despesas ordinárias de maio. O governo federal, com o qual nos reuniremos amanhã, vai ajudar estados e municípios, mas essa ajuda de R$ 750 milhões por mês, que vem em boa hora, está longe de resolver nossos problemas. Não faz face à queda de arrecadação de R$ 2 bilhões, que é o que estamos esperando", argumentou.

Mais uma vez, o governador destacoiu a importância da união para que Minas consiga atravessar a crise causada pela COVID-19. "Também amanhã terei reunião com chefes de todos os poderes (do estado). Como venho fazendo, vou deixar claro que não podemos ter servidores de primeira, segunda e terceira categorais, principalmente quando são cantineiras que ganham um salário mínimo e ainda assim recebem totalmente fora da data prevista, enquanto quem ganha centena de vezes mais recebe regularmente. Se temos cinco pães e oito pessoas, podemos atender cinco e deixar três morrer de forme.  Ou podemos repartir os cinco pães e fazer com todos sobrevivam sem estar se fartando. A decisão é de todos nós, mineiros, e deixo para cada um responder o que seria o mais correto, o mais justo e o mais moral", finalizou.

Fonte: Estado de Minas / Foto: Divulgação


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